Voz, presença e encontro

Canto em grupo
com direção e escuta.

Experiências coletivas de voz, escuta e presença em formato pedagógico ou musicoterapêutico, conforme o objetivo do grupo.

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Rafael Araujo cantando com outro músico em uma apresentação
A proposta

Um trabalho que parte de você.

Cantar com outras pessoas pode ampliar escuta, pertencimento e confiança. A estrutura dos encontros é construída a partir do perfil do grupo, do contexto institucional e do que se deseja desenvolver.

A proposta pode assumir formato de aula coletiva de canto ou de musicoterapia. Essa definição acontece antes do início e orienta objetivos, condução, registro e limites profissionais.

  • Acolhimento e construção de segurança
  • Práticas vocais coletivas
  • Escuta e integração do grupo
  • Objetivos e formato definidos previamente

Importante: Atividades musicoterapêuticas não substituem acompanhamento médico, psicológico ou fonoaudiológico quando esses cuidados são indicados.

Etapas

Da conversa à prática.

Conhecer o grupo

Contexto, faixa etária, quantidade de participantes e objetivos são discutidos com antecedência.

Definir o enquadre

É estabelecido se o trabalho será pedagógico ou musicoterapêutico, com suas respectivas finalidades.

Construir a experiência

Práticas vocais, repertório e atividades de interação são planejados para aquele grupo.

Acompanhar o processo

Os encontros são revistos e ajustados de acordo com a participação e os objetivos combinados.

“Não existe uma única voz certa. Existe uma voz que pode ganhar mais recursos, escolhas e presença.”
Próximo passo

Quer saber se canto em grupo combina com seu momento?

Conte um pouco sobre o que você procura. Rafael responde pelo WhatsApp e orienta sobre o formato mais adequado.

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